EXAMES E PROCEDIMENTOS

Exames e Procedimentos realizados pelo IGEP

ATENDIMENTO AO CLIENTE

Av. Getúlio Vargas, 689 - Centro, Uberlândia - MG

Teste que mede o quão bem o seu esôfago – tubo longo muscular que liga a garganta ao estômago, e trabalha para empurrar a comida e os líquidos da boca para o estômago, funciona. A manometria esofágica mede as contrações musculares rítmicas (peristaltismo) que ocorrem no esôfago ao engolir.
Como é feito o exame:
A manometria esofágica demora cerca de 20 minutos. No início do exame, o paciente deve ficar sentado na posição vertical. Uma narina é anestesiada com um lubrificante anestésico. Um fino tubo de plástico flexível (sonda),com cerca de meio centímetro de diâmetro, é passado através da narina anestesiada, passando pela parte posterior da garganta e descendo pelo esôfago, sendo engolido normalmente. Pode haver engasgos durante a passagem, mas são facilmente controlados por instruções do técnico.
Com a sonda posicionada dentro do esôfago, o paciente ficará deitado. Depois de um curto descanso para permitir que as pressões esofágicas se equilibrem e quando o paciente estiver habituado à presença da sonda, o exame começa. As pressões geradas pelo músculo esofágico serão medidas com o músculo em repouso e durante as deglutições de água oferecidas pelo técnico. Várias deglutições serão feitas para permitir a medição do esfíncter esofágico inferior (a barreira ao refluxo), esôfago (o tubo de deglutição) e o esfíncter esofágico superior (na garganta). Gravações de pressão são feitas ao longo do estudo e a sonda é então retirada. O paciente pode retomar a atividade regular, fazer alimentação e tomar medicamentos imediatamente após o teste.
Efeitos adversos da manometria esofágica:
Apesar de ser um pouco desconfortável, o procedimento não é doloroso, porque a narina, através da qual a sonda é inserida, é anestesiada. Uma vez que a sonda está no lugar, o paciente fala e respira normalmente. Os efeitos adversos da manometria esofágica são menores e incluem leve irritação na garganta. Ocasionalmente, durante a inserção, a sonda pode entrar pela laringe (caixa da voz) e causar tosse. Quando isso acontece, o problema geralmente é reconhecido imediatamente, e o tubo é removido.
Quando é usada a manometria esofágica:
A situação mais comum é para avaliar a causa de refluxo de ácido do estômago para o esôfago (Doença do Refluxo Gastroesofágico ou DRGE). Os sintomas da DRGE incluem azia e regurgitação. A segunda situação mais comum é determinar a causa dos problemas com a ingestão de alimentos ou líquidos que possam ficar presos na altura do peito depois de engolidos. A terceira é para avaliar pacientes com dor torácica, comumente associada à dor no coração, mas que pode ser proveniente do esôfago. Finalmente, o teste pode ser necessário para se determinar a posição mais adequada para a sonda de pHmetria esofágica.
Preparo para o exame:
Na noite antes do exame, não comer ou beber depois da meia-noite e até o final do procedimento.
Medicamentos que precisam ser tomados regularmente, tais como para hipertensão arterial, ou medicação para o coração, podem ser tomados com poucos goles de água pela manhã.
Se o paciente tem diabetes, ao não fazer o desjejum, pode afetar sua necessidade de medicação antidiabética. Geralmente metade da dose habitual de medicação é tomada pela manhã. Isto deve ser revisto com o seu médico ou profissional de saúde.
Medicamentos que não são essenciais não devem ser tomados no dia do exame e até depois dele concluído. Na dúvida sobre o preparo do exame, pergunte ao seu médico ou ao técnico do IGEP.

Fonte – Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva

Teste que mede o quão bem o seu esôfago – tubo longo muscular que liga a garganta ao estômago, e trabalha para empurrar a comida e os líquidos da boca para o estômago, funciona. A manometria esofágica mede as contrações musculares rítmicas (peristaltismo) que ocorrem no esôfago ao engolir.
Como é feito o exame:
A manometria esofágica demora cerca de 20 minutos. No início do exame, o paciente deve ficar sentado na posição vertical. Uma narina é anestesiada com um lubrificante anestésico. Um fino tubo de plástico flexível (sonda),com cerca de meio centímetro de diâmetro, é passado através da narina anestesiada, passando pela parte posterior da garganta e descendo pelo esôfago, sendo engolido normalmente. Pode haver engasgos durante a passagem, mas são facilmente controlados por instruções do técnico.
Com a sonda posicionada dentro do esôfago, o paciente ficará deitado. Depois de um curto descanso para permitir que as pressões esofágicas se equilibrem e quando o paciente estiver habituado à presença da sonda, o exame começa. As pressões geradas pelo músculo esofágico serão medidas com o músculo em repouso e durante as deglutições de água oferecidas pelo técnico. Várias deglutições serão feitas para permitir a medição do esfíncter esofágico inferior (a barreira ao refluxo), esôfago (o tubo de deglutição) e o esfíncter esofágico superior (na garganta). Gravações de pressão são feitas ao longo do estudo e a sonda é então retirada. O paciente pode retomar a atividade regular, fazer alimentação e tomar medicamentos imediatamente após o teste.
Efeitos adversos da manometria esofágica:
Apesar de ser um pouco desconfortável, o procedimento não é doloroso, porque a narina, através da qual a sonda é inserida, é anestesiada. Uma vez que a sonda está no lugar, o paciente fala e respira normalmente. Os efeitos adversos da manometria esofágica são menores e incluem leve irritação na garganta. Ocasionalmente, durante a inserção, a sonda pode entrar pela laringe (caixa da voz) e causar tosse. Quando isso acontece, o problema geralmente é reconhecido imediatamente, e o tubo é removido.
Quando é usada a manometria esofágica:
A situação mais comum é para avaliar a causa de refluxo de ácido do estômago para o esôfago (Doença do Refluxo Gastroesofágico ou DRGE). Os sintomas da DRGE incluem azia e regurgitação. A segunda situação mais comum é determinar a causa dos problemas com a ingestão de alimentos ou líquidos que possam ficar presos na altura do peito depois de engolidos. A terceira é para avaliar pacientes com dor torácica, comumente associada à dor no coração, mas que pode ser proveniente do esôfago. Finalmente, o teste pode ser necessário para se determinar a posição mais adequada para a sonda de pHmetria esofágica.
Preparo para o exame:
Na noite antes do exame, não comer ou beber depois da meia-noite e até o final do procedimento.
Medicamentos que precisam ser tomados regularmente, tais como para hipertensão arterial, ou medicação para o coração, podem ser tomados com poucos goles de água pela manhã.
Se o paciente tem diabetes, ao não fazer o desjejum, pode afetar sua necessidade de medicação antidiabética. Geralmente metade da dose habitual de medicação é tomada pela manhã. Isto deve ser revisto com o seu médico ou profissional de saúde.
Medicamentos que não são essenciais não devem ser tomados no dia do exame e até depois dele concluído. Na dúvida sobre o preparo do exame, pergunte ao seu médico ou ao técnico do IGEP.

Fonte – Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva

A pHmetria esofágica é utilizada para diagnosticar o Refluxo Gastroesofágico, e mede as alterações do pH (acidez, neutralidade ou alcalinidade) do esôfago. Através da pHmetria é possível quantificar o número de refluxos no período de 24 horas, relacionando esses episódios com os sintomas, a alimentação, os horários e a posição do paciente (deitado ou em pé).

Como é realizado o exame?

Os valores do pH esofágico são registrados durante 24 horas, por meio de um cateter com sensores conectados a um aparelho que armazena e grava as informações. O cateter é de pequeno diâmetro, sendo bem tolerado pela maioria dos pacientes, inclusive crianças. Ele é introduzido através da narina, após lubrificação com gel anestésico (xylocaina), e colocado no esôfago.

Na sequencia, é fixado com uma fita adesiva de micropore no rosto e no pescoço do paciente, pois é de suma importância que o mesmo posicionamento seja mantido durante todo o procedimento. A maioria dos cateteres possui uma conexão com a pele, através de eletrodos que também não podem ser desconectados durante o exame. O aparelho com o qual o cateter está ligado e que armazena as informações é, na maioria das vezes, leve e de pequeno tamanho.  Alimentação, sintomas e mudanças de posição (deitar) são marcados durante o tempo de realização do exame. Com isso, é possível relacionar os eventos com os episódios do refluxo.

Depois de 24 horas, o cateter é retirado e as informações gravadas são transferidas para um computador e, por meio de um software é avaliada a presença ou não de refluxo patológico e sua relação com sintomas, alimentação e a posição do paciente.

Preparo (antes do exame):

Jejum absoluto de 6 a 8 horas (incluso jejum de água).

Procedimentos:

O exame inicia com a colocação do cateter. O paciente permanece, a partir da colocação, com o cateter por 24 horas, período em que ocorrem as medições. Passado esse período, o cateter é retirado e ocorre o diagnóstico e avaliação das informações e medições colhidas no procedimento.

Enquanto o paciente estiver com o cateter:

É proibida a prática de esportes, pois o suor pode fazer com que o eletrodo ou a sonda se desconectem e qualquer impacto pode danificar o aparelho;

O paciente deve permanecer sem tomar banho de chuveiro ou banheira. Apenas é permitida a higienização com o uso de toalha úmida, evitando-se a área da sonda, do eletrodo e do aparelho registrador (sempre é bom lembrar que o aparelho registrador é de funcionamento elétrico e pode ser danificado quando exposto à água);

É proibida a ingestão de alimentos ácidos (sucos, refrigerantes, vinagre etc) ou de substâncias muito frias ou muito quentes, que possam  estragar a sonda e inutilizar o exame;

Para este exame, o paciente não necessita de acompanhante.

pHmetria Esofágica

Este exame é utilizado para diagnosticar o Refluxo Gastroesofágico, e mede as alterações do pH (acidez, neutralidade ou alcalinidade) do esôfago. Através da pHmetria é possível quantificar o número de refluxos no período de 24 horas, relacionando esses episódios com os sintomas, a alimentação, os horários e a posição do paciente (deitado ou em pé).

Como é realizado o exame?

Os valores do pH esofágico são registrados durante 24 horas, por meio de um cateter com sensores conectados a um aparelho que armazena e grava as informações. O cateter é de pequeno diâmetro, sendo bem tolerado pela maioria dos pacientes, inclusive crianças. Ele é introduzido através da narina, após lubrificação com gel anestésico (xylocaina), e colocado no esôfago.

Na sequencia, é fixado com uma fita adesiva de micropore no rosto e no pescoço do paciente, pois é de suma importância que o mesmo posicionamento seja mantido durante todo o procedimento. A maioria dos cateteres possui uma conexão com a pele, através de eletrodos que também não podem ser desconectados durante o exame. O aparelho com o qual o cateter está ligado e que armazena as informações é, na maioria das vezes, leve e de pequeno tamanho.  Alimentação, sintomas e mudanças de posição (deitar) são marcados durante o tempo de realização do exame. Com isso, é possível relacionar os eventos com os episódios do refluxo.

Depois de 24 horas, o cateter é retirado e as informações gravadas são transferidas para um computador e, por meio de um software é avaliada a presença ou não de refluxo patológico e sua relação com sintomas, alimentação e a posição do paciente.

Preparo (antes do exame):

Jejum absoluto de 6 a 8 horas (incluso jejum de água).

Procedimentos:

O exame inicia com a colocação do cateter. O paciente permanece, a partir da colocação, com o cateter por 24 horas, período em que ocorrem as medições. Passado esse período, o cateter é retirado e ocorre o diagnóstico e avaliação das informações e medições colhidas no procedimento.

Enquanto o paciente estiver com o cateter:

É proibida a prática de esportes, pois o suor pode fazer com que o eletrodo ou a sonda se desconectem e qualquer impacto pode danificar o aparelho;

O paciente deve permanecer sem tomar banho de chuveiro ou banheira. Apenas é permitida a higienização com o uso de toalha úmida, evitando-se a área da sonda, do eletrodo e do aparelho registrador (sempre é bom lembrar que o aparelho registrador é de funcionamento elétrico e pode ser danificado quando exposto à água);

É proibida a ingestão de alimentos ácidos (sucos, refrigerantes, vinagre etc) ou de substâncias muito frias ou muito quentes, que possam  estragar a sonda e inutilizar o exame;

Para este exame, o paciente não necessita de acompanhante.